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Carla
Agente virtual Coverflex
Um estudo sobre o futuro do trabalho e o trabalho do futuro
Mais de metade dos colaboradores em Portugal está insatisfeita com o seu pacote de compensação, não apenas pelo valor do salário, mas também pela falta de benefícios relevantes.
Neste estudo, baseado numa consulta direta à população ativa, analisámos como as pessoas avaliam a sua compensação, que benefícios fazem realmente diferença no dia a dia, quais as tendências do mercado de trabalho e onde as empresas ainda têm margem para melhorar.

O trabalho está a mudar: 67% dos trabalhadores dizem que a flexibilidade é decisiva para a satisfação profissional, e 1 em cada 4 já trabalha em regime remoto ou híbrido. Apesar disso, 48,9% não têm acesso a seguro de saúde e apenas 31,3% recebem o subsídio de alimentação em cartão refeição.

O estudo reúne respostas de diferentes gerações da força de trabalho portuguesa. O grupo mais representado é o dos 45–54 anos (25%), seguido dos 35–44 anos (21,9%) e 25–34 anos (18,2%), refletindo sobretudo profissionais em fases intermédias da carreira.

Os benefícios mais valorizados refletem necessidades diferentes entre trabalhadores. Combustível (32,3%), saúde e bem-estar (30%) e poupança e reforma (29,2%) lideram as preferências, mostrando que a flexibilidade para escolher como usar a compensação é cada vez mais importante.

A distribuição salarial evidencia diferenças persistentes entre homens e mulheres, com maior presença feminina nos escalões salariais mais baixos e maior representação masculina nos níveis de rendimento mais elevados.

Os dados sugerem uma relação clara entre benefícios e satisfação: colaboradores com acesso a um pacote mais completo de benefícios tendem a reportar níveis mais elevados de satisfação com a sua compensação.

O trabalho está a mudar: 67% dos trabalhadores dizem que a flexibilidade é decisiva para a satisfação profissional, e 1 em cada 4 já trabalha em regime remoto ou híbrido. Apesar disso, 48,9% não têm acesso a seguro de saúde e apenas 31,3% recebem o subsídio de alimentação em cartão refeição.
O trabalho está a mudar: 67% dos trabalhadores dizem que a flexibilidade é decisiva para a satisfação profissional, e 1 em cada 4 já trabalha em regime remoto ou híbrido. Apesar disso, 48,9% não têm acesso a seguro de saúde e apenas 31,3% recebem o subsídio de alimentação em cartão refeição.

O estudo reúne respostas de diferentes gerações da força de trabalho portuguesa. O grupo mais representado é o dos 45–54 anos (25%), seguido dos 35–44 anos (21,9%) e 25–34 anos (18,2%), refletindo sobretudo profissionais em fases intermédias da carreira.

Os benefícios mais valorizados refletem necessidades diferentes entre trabalhadores. Combustível (32,3%), saúde e bem-estar (30%) e poupança e reforma (29,2%) lideram as preferências, mostrando que a flexibilidade para escolher como usar a compensação é cada vez mais importante.

A distribuição salarial evidencia diferenças persistentes entre homens e mulheres, com maior presença feminina nos escalões salariais mais baixos e maior representação masculina nos níveis de rendimento mais elevados.

O stress faz parte da experiência de trabalho
73% dos portugueses sentiram stress nos últimos três dias de trabalho. Entre quem está satisfeito com a compensação, são apenas 61%.
Quando a compensação compensa, nota-se no trabalho
81% de quem está satisfeito com a compensação sentiu felicidade no trabalho nos últimos três dias.
Falta flexibilidade nos benefícios
Só 35,8% dos colaboradores estão satisfeitos com a escolha de benefícios disponível no seu pacote de compensação.







1 Este valor é uma estimativa, com base em dados de utilização real da plataforma, e não uma garantia. A poupança efetiva por colaborador que a utilização da solução Coverflex permite à empresa depende do montante mensal em benefícios Coverflex que a empresa decida alocar a cada colaborador.