
Webinar
A nova Diretiva de Transparência Salarial traz mudanças concretas na forma como as organizações definem, comunicam, e justificam a compensação. Desde a divulgação de intervalos salariais até à necessidade de reportar diferenças salariais entre géneros, as implicações vão muito além de compliance.
Neste webinar, juntámos especialistas legais, líderes empresariais, especialistas em compensação e RH, e vozes próximas do contexto europeu para responder às perguntas mais críticas.
Se viste em direto e queres rever ou partilhar com a tua equipa, ou se não tiveste oportunidade de assistir, podes ver agora a gravação completa!
Deixamos-te também um resumo dos pontos chave abordados neste webinar, assim como um guia detalhado:
📙 A diretiva europeia de transparência salarial tem de ser transposta para a legislação nacional até junho de 2026, entrando as empresas numa fase crítica de preparação.
📙 Um dos objetivos da diretiva é combater as persistentes diferenças salariais entre mulheres e homens na União Europeia, usando a transparência como mecanismo para detetar discriminação.
📙 Equidade salarial não significa pagar o mesmo a todos: as diferenças são aceitáveis desde que assentes em critérios objetivos, neutros, e documentados (como antiguidade, produtividade, ou competência).
📙 A primeira prioridade prática para as empresas é criar uma política salarial clara, com critérios consistentes que permitam explicar diferenças entre funções comparáveis.
📙 Passa a ser obrigatório divulgar o salário durante o recrutamento, ou o intervalo salarial na oferta de emprego.
📙 O indicador gender pay gap (GPG) é a principal métrica de avaliação, mas muitas empresas ainda desconhecem como é calculado.
📙 O Relatório Único atual não cumpre os requisitos da diretiva (artigo 9.º), nomeadamente por se referir apenas ao mês de outubro e por ter categorias desatualizadas que podem gerar diferenças salariais artificiais.
📙 A CITE (Comissão para a Igualdade no Trabalho e no Emprego) está a desenvolver uma ferramenta digital para apoiar as empresas na avaliação de postos de trabalho, com potencial uso de inteligência artificial para simplificar o processo.
📙 Muitas disparidades salariais não são intencionais, resultando de práticas acumuladas ao longo do tempo. Contudo, isso não as isenta de risco legal e/ou reputacional, nem de conflitos internos.
📙 A Coverflex está a desenvolver uma solução para apoiar as empresas num acompanhamento mensal contínuo, em vez de um esforço pontual anual.
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