Indústria
Financeira
Localização
Lisboa, PT
Cliente desde
janeiro de 2021
Número de colaboradores
51-250

Prescrição deste Doutor (das) Finanças: compensação à medida

A história do Doutor Finanças

Neste “consultório”, a literacia financeira é um dos tratamentos recomendados
Humanização trazida pelos Doutores à literacia financeira é transversal à empresa
Utilização individual da compensação é usada para atrair talento

É colocar o ónus da tomada de decisão nos colaboradores, naquilo que são os benefícios valorizados pelas nossas pessoas.

Irene Rua
,
Diretora de Recursos Humanos do Doutor Finanças

“Informação é poder”. A frase, atribuída pela primeira vez a Thomas Hobbes, parece feita à medida das consultas deste Doutor. Vestido com uma bata branca, Rui Bairrada, CEO e cofundador do projeto, conta a história do dia em que, em Oeiras, registou a marca “Doutor Finanças”.

Quem entra no site sabe que passa por todas as fases de um “hospital” de literacia financeira. Da triagem à prescrição de um “tratamento”, as necessidades do “paciente” são olhadas de forma particular e detalhada, do check-up ao diagnóstico. “Trocámos o financês pelo mediquês”, começa por adiantar o CEO e cofundador do projeto.

De acordo com dados recentes do BCE, Portugal é o 19.º - de 19 - em matéria de literacia financeira. “Queremos, de alguma maneira, ajudar as pessoas a tomar decisões mais racionais e menos emocionais”, assinala. “O Doutor Finanças tem como propósito ajudar os portugueses a encontrar melhores soluções financeiras no mercado”, conta Rui Bairrada.

O projeto trabalha em duas grandes áreas, esclarece. “Por um lado somos intermediário de crédito, aquilo que nos faz pagar as contas. Encontramos soluções para as pessoas que nos procuram, ajudamos, se querem comprar uma casa, a procurar crédito à habitação; se estão descontentes, ajudamos a encontrar uma melhor solução, se têm seguros, nós ajudamos a encontrar os melhores. Por outro lado, temos um portal de literacia financeira, doutorfinancas.pt, a forma que encontrámos de devolver uma parte daquilo que ganhamos à sociedade, que é contribuir de alguma forma para a literacia financeira dos portugueses”.

Por dia, no site, a equipa do Doutor Finanças publica quatro artigos, lidos por mais de 1,5 milhões de pessoas, mas os materiais que ajudam na prescrição destes tratamentos vão de vídeos para o YouTube a livros, passando por palestras, conferências e até por uma peça de teatro para miúdos. Os mais de 8.000 pedidos para crédito à habitação e seguros são geridos por esta “equipa médica” de mais de 180 pessoas (e a crescer).

“Gostávamos mesmo de ajudar o país a sair da cauda da Europa e a ter maior literacia financeira. Fazemo-lo em duas vertentes: como intermediários de crédito e, por outro lado, devolvendo à sociedade via os nossos simuladores, utilizados por mais de cinco milhões de pessoas”, explica Rui. “Criamos imensas ferramentas que acreditamos que ajudam as pessoas a ter mais informação para tomarem melhores decisões”, assinala.

O desafio

A humanização que o Doutor Finanças trouxe ao setor das finanças pessoais em Portugal é transversal à empresa. “Nós vestimos a bata e damos a cara”, assinala Rui Bairrada. “Trouxemos esta humanização para uma coisa que infelizmente ainda é tida com alguma vergonha, é tabu. Todos temos problemas em falar sobre dinheiro, e parece-me que é uma das causas para estarmos na cauda da Europa.”

Por isso, não é de espantar que entre essa humanização esteja uma preocupação com a flexibilidade, razão pela qual os Doutores escolheram a Coverflex. “Os pilares que identifico na organização são, sem sombra de dúvida a empatia e a proximidade, sobretudo tendo em conta que, já com mais de 180 pessoas, todos muito diferentes entre si, é cada vez mais importante fazermos esse exercício de empatia de uma forma diária, de uns em relação a outros”, explica Irene Rua, diretora de recursos humanos do Doutor Finanças.

No início, conta Iara Dias, Team Leader de Seguros do Doutor Finanças, não foi fácil perceber “a logística” da utilização da plataforma. “Não funcionam todos os benefícios da mesma forma, alguns dá para utilizar diretamente o cartão, outros tem de ser com reembolso”, assinala.

Com a Educação como prioridade, Iara investe a maioria do seu pacote de benefícios nas propinas da faculdade, diretamente com o cartão da Coverflex. “No início não foi fácil mas nas sessões e formações tornou-se mais simples, e agora já é muito mais fácil lidar com a Coverflex.”

A solução

Da informação à liberdade para tomar melhores decisões vai, por isso, pelo menos uma prescrição de distância. “A Coverflex é precisamente uma camada adicional que acrescentamos nas várias que temos vindo a ter, relativamente à flexibilidade. Não nos parece lógico sermos tão flexíveis no que a outros temas diz respeito, e depois olharmos para o package salarial e continuarmos a ser rígidos e a não dar absolutamente nenhuma palavra às nossas pessoas e aos nossos futuros colaboradores”, explica Irene Rua, diretora de recursos humanos do Doutor Finanças.

E conclui: “No fundo, é colocar o ónus da tomada de decisão nos colaboradores, naquilo que são os benefícios valorizados pelas nossas pessoas, e ter também um papel importante no que à atração diz respeito. Porque parece-me que todas as pessoas vão reconhecer este valor acrescentado do que é ter uma palavra a dizer no que à composição do seu valor package salarial diz respeito”.

O benefício favorito da Iara Despesas educação

Outras histórias sugeridas

ComparaJá: Coverflex para simplificar processos sem torná-los simplistas
ver história
Paul Stricker, benefícios em chão de fábrica
ver história
Coverflex, a forma que a Fabamaq encontrou para amplificar os seus benefícios
ver história