S

eis em cada 10 trabalhadores, em Portugal, têm benefícios flexíveis. A flexibilidade na remuneração aumenta com a flexibilidade de trabalho. E nunca se falou tanto dela, dentro e fora das empresas.

Seis em cada 10 trabalhadores, em Portugal, têm benefícios flexíveis. Do total de inquiridos, 52,6% trabalham em regime híbrido, 22,8% remotamente e 24,6% em regime presencial (no escritório). A atribuição dos benefícios flexíveis varia na relação direta da flexibilidade laboral, ou seja, quanto mais flexíveis são os regimes de trabalho em matéria de espaço e de horário, maior flexibilidade existe na remuneração. Estas são algumas das conclusões de “O estado da compensação 2021 - um estudo sobre o futuro do trabalho e o trabalho do futuro”, organizado pela Coverflex, e com o apoio da Associação Portuguesa de Gestão das Pessoas (APG). Realizado online, durante três semanas, o inquérito recolheu respostas de 814 participantes, maioritariamente em regime híbrido de trabalho. Cerca de 60% dos trabalhadores gostaria de experimentar lógica de trabalho de quatro dias semanais. Ou seja: gostaria de mais flexibilidade.

Confesso que ter na palavra “flexibilidade” uma das principais "buzzwords" de um estudo chamado “O estado da compensação” está longe de ser uma surpresa. Na verdade, é tendo essa flexibilidade desejada e valorizada como princípio que a Coverflex trabalha, há um ano, no mercado nacional. 

Confesso que ter na palavra “flexibilidade” uma das principais "buzzwords" de um estudo chamado “O estado da compensação” está longe de ser uma surpresa. Na verdade, é tendo essa flexibilidade desejada e valorizada como princípio que a Coverflex trabalha, há um ano, no mercado nacional. 

O estudo, aberto a toda a comunidade empresarial e de recursos humanos, tem como objetivos fundamentais fazer o levantamento e o mapeamento de questões relacionadas com a flexibilidade (de horário e de espaço de trabalho), compensação e benefícios flexíveis e políticas de diversidade e inclusão em empresas portuguesas ou a trabalhar em território português, assim como ir ao encontro dos desafios, entendendo tendências e ajudando a desmistificar novas dinâmicas de trabalho e de interação entre equipas. Mas é o conceito de flexibilidade, e o seu desenvolvimento transversal ao futuro do trabalho e ao trabalho do futuro, que nos reflete enquanto participantes da transformação profunda que o mercado de trabalho nos exige. 

A forma como trabalhamos está a mudar, mas a compensação - salário, bónus, participação no capital da empresa e benefícios - não tem evoluído ao longo de décadas. A atual abordagem rígida de ‘one-size-fits-all’ está ultrapassada e não consegue satisfazer as necessidades do mercado de trabalho moderno. Como empreendedores, tendo criado e estado à frente de empresas em diferentes setores, deparámo-nos repetidamente com os mesmos problemas quando lidávamos com a compensação dos colaboradores: múltiplos prestadores de compensação, falta de transparência, informação fiável e flexibilidade, fornecendo uma experiência longe do ideal, tanto para nós, como empregadores, como para as nossas equipas. A Coverflex está a mudar isto: a plataforma all-in-one permite a todas as empresas - independentemente da sua dimensão - conceber, operacionalizar e personalizar as suas ofertas de compensação para além do salário, com seguro de saúde, subsídio de refeição, benefícios sociais e descontos. 

Na Coverflex estamos a olhar para a flexibilidade e, em concreto, para a flexibilidade como garante da individualidade, como um tema-chave quando se trata de capacitar empresas e colaboradores para o futuro do trabalho. É que, olhando com atenção para o mercado em que a Coverflex trabalha e cresce, depressa percebemos que a flexibilidade é - e será - a mãe de todas as revoluções. 

Na Coverflex estamos a olhar para a flexibilidade e, em concreto, para a flexibilidade como garante da individualidade, como um tema-chave quando se trata de capacitar empresas e colaboradores para o futuro do trabalho. É que, olhando com atenção para o mercado em que a Coverflex trabalha e cresce, depressa percebemos que a flexibilidade é - e será - a mãe de todas as revoluções. 

O estudo completo está disponível para download em www.coverflex.com/pt/estado-da-compensacao-2021-22.

Este artigo foi originalmente publicado na edição da revista Human de dezembro de 2021. 

Mais sobre 

Compensação

Ver Todos