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undada em 2013 nos Estados Unidos, a equipa da Kelvin está dividida por três continentes. Coverflex foi a solução que a empresa encontrou para responder às necessidades particulares dos seus colaboradores em Portugal.

Aberta, com o mindset virado para a inovação e um ambiente de liberdade para as pessoas tentarem coisas novas, serem proativas e responsáveis. Descrevendo a cultura da Kelvin em poucas palavras, é assim que Miguel Madeira, Head of People Operations da empresa, a caracteriza. São estes fatores que mantêm a coesão quando se fala da equipa de 55 pessoas divididas por três continentes.

Fundada em 2013, com sede nos Estados Unidos e uma cultura de diversidade internacional, a equipa da Kelvin conta com colaboradores espalhados por várias localizações no país de origem, algumas na Austrália e metade em Portugal, mais concretamente em Braga. “A empresa veio para Portugal com pouquíssimas pessoas: começámos com uma, depois três e, enquanto a Kelvin tentava perceber qual o caminho em termos de software, o amadurecimento do produto foi solidificando a equipa por cá”, conta Miguel Madeira.

O desafio

Se, em matéria de recrutamento, a Kelvin não contrata muitos colaboradores júniores porque a equipa reduzida dita pouca capacidade de dar mentoria, a tecnológica cria, assim, um ambiente de pessoas com experiência, que trazem coisas novas para a mesa, atividade e muita independência.

Por ter uma equipa pequena, o tema dos benefícios foi tratado cuidadosamente, tal como o recrutamento de talento. “Tínhamos diferentes benefícios em países distintos, geridos pela empresa. No caso de Portugal, já tínhamos ginásio, seguros, telemóvel e coisas como massagens, o que, tudo somado, davam um bolo interessante em termos de benefícios mas que eram geridos pela empresa, e localmente”, explica o Head of People Operations.

Por isso, quando Miguel começou a pesquisa por soluções de compensação flexível, a ideia era transitar a parte mais burocrática daquilo que é a gestão de benefícios - protocolos, faturas - por um lado e, por outro, apostar em dar mais liberdade aos colaboradores para escolherem o que melhor se adequasse às suas necessidades. Este processo de busca foi algo que a empresa fez globalmente para, depois, nos respetivos mercados, serem adotadas soluções locais. “Nos Estados Unidos escolhemos um parceiro e, por intermédio de um contacto comum, surgiu a Coverflex em Portugal, que batia mais certo com aquilo de que estávamos à procura em termos de benefícios, de flexibilidade, até de gestão administrativa. (...) A questão de o subsídio de alimentação poder ser integrado teve muito peso na decisão, porque nos permitiu juntar fornecedores num só, o que, em termos burocráticos, facilita muito o processo”, recorda.

“Nos Estados Unidos escolhemos um parceiro e, por intermédio de um contacto comum, surgiu a Coverflex em Portugal, que batia mais certo com aquilo de que estávamos à procura em termos de benefícios, de flexibilidade, até de gestão administrativa. (...) A questão de o subsídio de alimentação poder ser integrado teve muito peso na decisão, porque nos permitiu juntar fornecedores num só, o que, em termos burocráticos, facilita muito o processo.”

A solução

“Sempre que é uma empresa internacional, com vários escritórios, acaba sempre por haver micro culturas. Há coisas que variam de uma localização para outra, coisas como piadas, narrativas, o entendimento entre as pessoas”, aponta Miguel. Adaptada às necessidades, a Coverflex acabou por ser a solução que faltava para abraçar a diversidade como força motriz.

À simplicidade do onboarding na plataforma ao uso da app, em si, a Coverflex é descrita como “user friendly” pelo responsável. “A utilização do cartão tornou-se natural e fluída no dia-a-dia, sendo que a aplicação descomplicou os processos de reembolso. A separação de refeições e benefícios é interessante e permite manter um melhor controlo das despesas por classe. A consulta dos históricos de gastos é simples e concisa”, aponta Ricardo Vieira, Software Engineer da Kelvin.

Para Sara Araújo, Test Engineer da Kelvin, a Coverflex foi uma “total novidade”. “Além de já ter ouvido falar dos ‘cartões refeição’, fiquei bastante interessada em ter o cartão da Coverflex pois a ideia dos benefícios e de poder gastá-los em diferentes áreas como tecnologia, saúde e bem-estar, ginásios, entre outros era muito atrativa”, conta. No top das preferências está a feature dos benefícios flexíveis. Sara Araújo explica melhor: “poder utilizar o benefício que a empresa dá em áreas diferentes como saúde em farmácias, ginásio e tecnologia é aquilo de que eu mais gosto no cartão”

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