É

a primeira vez que acontece: cinco gerações diferentes cruzam-se no mesmo mercado de trabalho. Tradicionalistas (nascidos antes de 1946), Baby Boomers (1946-1964), Geração X (1965-1976), Millennials (1977-1997) e Geração Z (nascidos a partir de 1997) reúnem-se, no momento atual, no mercado laboral e isso, além de trazer uma diversidade nunca antes registada na história, é garante de um enorme desafio: fazer com que gerações tão diferentes se sintam “em casa” num mercado que se exige cada vez mais flexível e adaptado às suas particulares necessidades.

De acordo com o estudo "EY 2021 Work Reimagined Employee Survey" divulgado pela consultora em maio deste ano, mais de metade dos trabalhadores (54%) planeiam abandonar o atual trabalho se as respetivas empresas não considerarem mais flexibilidade, quer ao nível de horário como de local. É que, sempre que se fala em flexibilidade, não está apenas em causa o “onde” e o “quando” trabalhamos, mas tudo o que implica “como” e “porque” o fazemos. E isso inclui fatores como as ferramentas disponíveis, o propósito e a remuneração.

De acordo com o estudo "EY 2021 Work Reimagined Employee Survey" divulgado pela consultora em maio deste ano, mais de metade dos trabalhadores (54%) planeiam abandonar o atual trabalho se as respetivas empresas não considerarem mais flexibilidade, quer ao nível de horário como de local.

Foi sobre esse desafio que a Coverflex foi falar à Expo RH, maior evento de recursos humanos em Portugal, que decorreu entre 16 e 18 de junho, em formato presencial (em Cascais) e em formato online (via WebApp).

Fica aqui o vídeo completo da apresentação:

Com a cada vez maior necessidade de flexibilizar todas as vertentes da vida laboral, a gestão de pessoas passa, atualmente, por relações como a flexibilidade versus a proximidade, o controlo versus a autonomia ou a liderança versus o empoderamento. A tecnologia veio, por isso, mediar esta relação entre gestores e colaboradores, e entre estes e o mundo.

Com a cada vez maior necessidade de flexibilizar todas as vertentes da vida laboral, a gestão de pessoas passa, atualmente, por relações como a flexibilidade versus a proximidade, o controlo versus a autonomia ou a liderança versus o empoderamento. A tecnologia veio, por isso, mediar esta relação entre gestores e colaboradores, e entre estes e o mundo.

“One-size-fits-all” não funciona. (...) este tipo de flexibilidade garante que as pessoas ficam mais integradas na organização, em relação ao que é o seu pacote remuneratório”, assinalou Nuno Simões, diretor de Human Capital da PwC, em conversa com João Franqueira, Head of People da Coverflex. “Estamos a lidar com gerações que já não sabem o que é trabalhar sem um tablet, sem um telefone. Com a Coverflex conseguimos fazer essas escolhas diariamente, sem gastar tempo com burocracias”, reforçou.

Irene Vieira Rua, diretora de Recursos Humanos do Doutor Finanças, sublinhou que a diversidade geracional apela a uma completa mudança de perspetiva. “Tens mesmo de apanhar a onda para não ficares para trás. Flexibilidade é o que o mundo global está a pedir. É colocarmos todas as ferramentas e recursos em direção àquilo que faz sentido”, assinalou.

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