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Lisboa, Portugal
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fevereiro de 2021
Número de colaboradores
11-50

Para a Emma - The Sleep Company, crescer com benefícios flexíveis pode ser um descanso

A história da Emma - The Sleep Company

Emma cresce cerca de 200%, anualmente, no mercado português
Expansão da empresa que vende colchões que se adaptam às necessidades de quem neles dorme tem tanto de divertida como de desafiante
Equipa em rápido crescimento exige que todo o processo se adapte à mesma velocidade, benefícios incluídos

O payroll é muito mais fácil, muito mais do que fazer emissão de cheques. É muito importante nesta fase de educação do mercado que as coisas funcionem bem, que não haja entraves.

Filipa Guimarães
,
Head of Southern Europe

“Há aquela expressão que eu acho muito apropriada quando se fala na relação da Emma com a Coverflex: great minds think alike”. Ricardo Furtado, Marketing Manager da Emma - The Sleep Company, resume assim as duas empresas: altamente digitais em segmentos muito tradicionais, nascidas - e a crescer - ao ritmo acelerado das startups e que não se detêm pelos problemas nos produtos, resolvendo desafios, inovando sempre e construindo-os de forma diferenciada.

No mercado nacional desde 2017, Portugal foi dos primeiros, a nível internacional, a conhecer a empresa B2C na área da saúde e bem-estar do sono. O produto-estrela, o famoso colchão que se adapta a todos os tipos de corpos e a qualquer posição de dormir, foi testado, logo à entrada no mercado, pela Deco Proteste e colocado no primeiro lugar das preferências. “Foi uma ótima maneira de entrar no mercado porque isso criou imensa credibilidade para a marca”, assinala Filipa Guimarães, Head of Southern Europe da Emma - The Sleep Company, sobre o desafio de entrar num espaço em que os clientes estavam pouco habituados a adquirir este tipo de produtos na internet. “Comprar um colchão online não era uma coisa a que os portugueses estivessem muito habituados”, detalha.

O desafio

A crescer mais de 200% no mercado desde esse primeiro ano, o percurso em Portugal tem sido “bastante divertido mas muito desafiante, sobretudo a nível de recrutamento”, aponta Filipa Guimarães. A Emma - The Sleep Company decidiu, para acompanhar o crescimento da equipa em solo nacional, abrir escritório em Lisboa. “O mercado é muito mais flexível: é, por exemplo, muito mais rápido recrutar em Portugal do que na Alemanha porque, por vezes, temos de esperar entre quatro a seis meses para integrar um novo colaborador na empresa”, conta Filipa.

A busca por uma maior competitividade, aproveitando a atratividade de Lisboa para trabalhadores estrangeiros, fez a Emma olhar com mais atenção para a área de benefícios, respeitando a multiplicidade de vontades de uma equipa em rápido crescimento. “Uns querem carro, outros preferem passe para transportes públicos, outros valorizam mais o seguro de saúde; uns têm agregado familiar grande, outros são solteiros; essa multiplicidade exige um sistema difícil de implementar, que seja tailor made para cada colaborador”, assinala. Foi à procura de uma solução que permitisse adequar os diferentes perfis a uma oferta de benefícios à medida, que contribuísse para a competitividade da Emma no mercado, que Filipa ouviu falar da Coverflex. “Pareceu-me interessante: decidimos fazer um teste e a resposta tem sido muito positiva”.

O primeiro contacto com a solução, sobretudo para as pessoas que não a conheciam, permitiu explorar a plataforma e perceber o seu potencial, numa espécie de “processo de educação do mercado”. E Filipa viu nesta fase uma semelhança enorme com o processo por que a própria Emma já tinha passado. “Quando a Emma começou, com a questão dos testes, toda a gente nos dizia que as pessoas iam encomendar os colchões e devolver para, de três em três meses, poderem comprar um colchão novo. Havia muita resistência a este novo conceito. E, por esse lado, identificamo-nos muito com a Coverflex porque também tivemos de fazer essa educação do mercado”, sublinha.

Face a uma “multiplicidade de coisas que tínhamos de resolver”, a Coverflex veio ajudar. “Primeiro, não nos estava a nada a ver a distribuirmos aqueles cheques de refeição de ‘1930’, que não têm nada a ver connosco por sermos uma empresa muito tecnológica. A maneira como vocês apresentam o vosso produto, os cartões virtuais, a vossa app, tudo funciona bem”.

A gestão da compensação flexível, por parte da Emma, foi simplificada com um “pacote de benefícios integrados que permite a cada colaborador usar no que faz mais sentido”. “O payroll é muito mais fácil, muito mais do que fazer emissão de cheques. É muito importante nesta fase de educação do mercado que as coisas funcionem bem, que não haja estes entraves”, assinala. Por outro lado, a utilização da Coverflex vem acompanhada de uma descoberta de detalhes a respeito do real potencial do valor que recebem extra-salário. “Mantemos a cultura de startup mesmo sendo 650 a nível mundial. Temos um DNA muito específico na Alemanha, que queremos passar para o escritório de Lisboa: pensamos à frente quando o mercado está a mudar a forma como as coisas são feitas, valorizamos muito pessoas que desafiem a maneira como as coisas são feitas e que questionem. Temos muito esta cultura de que o falhanço é uma aprendizagem”, diz Filipa Guimarães.

A solução

A primeira vez que Pedro Correia de Barros, Global Network and Transportation Manager na Emma, ouviu falar da Coverflex foi na Emma, empresa onde trabalha. “Primeiro, quis perceber o que era”, brinca, e acrescenta: “Faz todo o sentido em matéria de benefícios (...) E permite ter uma visão geral de quanto a empresa está a investir connosco. Esse tipo de visibilidade é muito interessante”.

Também Beatriz Mirão, Retail Operations Manager da Emma - The Sleep Company, confessa que até trabalhar na empresa nunca tinha tido acesso a um pacote de remuneração que incluísse algo mais do que salário. “Além dos descontos, a Coverflex permite ter, numa só plataforma, seguro de saúde, subsídio de alimentação e non tax benefits”, enumera, sublinhando a importância de soluções simples entre as gerações mais jovens. “Pessoas entre os 20 e os 40 anos já não procuram apenas salário. Procuramos benefícios, procuramos descontos, procuramos agilidade e mais para além do ordenado”, conclui.


Esta história foi publicada pela primeira vez no blog da Coverflex em junho de 2021.

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