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om um crescimento anual na ordem dos 200% no mercado português, a expansão da empresa que vende colchões que se adaptam às necessidades de quem neles dorme tem tanto de divertida como de desafiante. É que uma equipa a crescer muito rápido exige que todo o processo se adapte à mesma velocidade, benefícios incluídos.

“Há aquela expressão que eu acho muito apropriada quando se fala na relação da Emma com a Coverflex: great minds think alike”. Ricardo Furtado, Marketing Manager da Emma - The Sleep Company, resume assim as duas empresas: altamente digitais em segmentos muito tradicionais, nascidas - e a crescer - ao ritmo acelerado das startups e que não se detêm pelos problemas nos produtos, resolvendo desafios, inovando sempre e construindo-os de forma diferenciada.

No mercado nacional desde 2017, Portugal foi dos primeiros, a nível internacional, a conhecer a empresa B2C na área da saúde e bem-estar do sono. O produto-estrela, o famoso colchão que se adapta a todos os tipos de corpos e a qualquer posição de dormir, foi testado, logo à entrada no mercado, pela Deco Proteste e colocado no primeiro lugar das preferências. “Foi uma ótima maneira de entrar no mercado porque isso criou imensa credibilidade para a marca”, assinala Filipa Guimarães, Head of Southern Europe da Emma - The Sleep Company, sobre o desafio de entrar num espaço em que os clientes estavam pouco habituados a adquirir este tipo de produtos na internet. “Comprar um colchão online não era uma coisa a que os portugueses estivessem muito habituados”, detalha.

O desafio

A crescer mais de 200% no mercado desde esse primeiro ano, o percurso em Portugal tem sido “bastante divertido mas muito desafiante, sobretudo a nível de recrutamento”, aponta Filipa Guimarães. A Emma - The Sleep Company decidiu, para acompanhar o crescimento da equipa em solo nacional, abrir escritório em Lisboa. “O mercado é muito mais flexível: é, por exemplo, muito mais rápido recrutar em Portugal do que na Alemanha porque, por vezes, temos de esperar entre quatro a seis meses para integrar um novo colaborador na empresa”, conta Filipa.

A busca por uma maior competitividade, aproveitando a atratividade de Lisboa para trabalhadores estrangeiros, fez a Emma olhar com mais atenção para a área de benefícios, respeitando a multiplicidade de vontades de uma equipa em rápido crescimento. “Uns querem carro, outros preferem passe para transportes públicos, outros valorizam mais o seguro de saúde; uns têm agregado familiar grande, outros são solteiros; essa multiplicidade exige um sistema difícil de implementar, que seja tailor made para cada colaborador”, assinala. Foi à procura de uma solução que permitisse adequar os diferentes perfis a uma oferta de benefícios à medida, que contribuísse para a competitividade da Emma no mercado, que Filipa ouviu falar da Coverflex. “Pareceu-me interessante: decidimos fazer um teste e a resposta tem sido muito positiva”.

O primeiro contacto com a solução, sobretudo para as pessoas que não a conheciam, permitiu explorar a plataforma e perceber o seu potencial, numa espécie de “processo de educação do mercado”. E Filipa viu nesta fase uma semelhança enorme com o processo por que a própria Emma já tinha passado. “Quando a Emma começou, com a questão dos testes, toda a gente nos dizia que as pessoas iam encomendar os colchões e devolver para, de três em três meses, poderem comprar um colchão novo. Havia muita resistência a este novo conceito. E, por esse lado, identificamo-nos muito com a Coverflex porque também tivemos de fazer essa educação do mercado”, sublinha.

Face a uma “multiplicidade de coisas que tínhamos de resolver”, a Coverflex veio ajudar. “Primeiro, não nos estava a nada a ver a distribuirmos aqueles cheques de refeição de ‘1930’, que não têm nada a ver connosco por sermos uma empresa muito tecnológica. A maneira como vocês apresentam o vosso produto, os cartões virtuais, a vossa app, tudo funciona bem”.

A gestão da compensação flexível, por parte da Emma, foi simplificada com um “pacote de benefícios integrados que permite a cada colaborador usar no que faz mais sentido”. “O payroll é muito mais fácil, muito mais do que fazer emissão de cheques. É muito importante nesta fase de educação do mercado que as coisas funcionem bem, que não haja estes entraves”, assinala. Por outro lado, a utilização da Coverflex vem acompanhada de uma descoberta de detalhes a respeito do real potencial do valor que recebem extra-salário. “Mantemos a cultura de startup mesmo sendo 650 a nível mundial. Temos um DNA muito específico na Alemanha, que queremos passar para o escritório de Lisboa: pensamos à frente quando o mercado está a mudar a forma como as coisas são feitas, valorizamos muito pessoas que desafiem a maneira como as coisas são feitas e que questionem. Temos muito esta cultura de que o falhanço é uma aprendizagem”, diz Filipa Guimarães.

“O payroll é muito mais fácil, muito mais do que fazer emissão de cheques. É muito importante nesta fase de educação do mercado que as coisas funcionem bem, que não haja entraves.”

A solução

A primeira vez que Pedro Correia de Barros, Global Network and Transportation Manager na Emma, ouviu falar da Coverflex foi na Emma, empresa onde trabalha. “Primeiro, quis perceber o que era”, brinca, e acrescenta: “Faz todo o sentido em matéria de benefícios (...) E permite ter uma visão geral de quanto a empresa está a investir connosco. Esse tipo de visibilidade é muito interessante”.

Também Beatriz Mirão, Retail Operations Manager da Emma - The Sleep Company, confessa que até trabalhar na empresa nunca tinha tido acesso a um pacote de remuneração que incluísse algo mais do que salário. “Além dos descontos, a Coverflex permite ter, numa só plataforma, seguro de saúde, subsídio de alimentação e non tax benefits”, enumera, sublinhando a importância de soluções simples entre as gerações mais jovens. “Pessoas entre os 20 e os 40 anos já não procuram apenas salário. Procuramos benefícios, procuramos descontos, procuramos agilidade e mais para além do ordenado”, conclui.

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