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tartup social encontra no impacto a forma de medir o sucesso. Fundada em Leiria em 2014, o SPEAK ensina culturas e línguas a migrantes e refugiados em 23 cidades do mundo.

E se pudesse pôr o mundo a falar a mesma língua? O SPEAK quer que o planeta aprenda a falar “impacto”. A ideia é simples: construir pontes entre pessoas migrantes ou refugiadas nos países em que agora vivem, usando a língua como ferramenta de integração.

Criado em Leiria em 2014, o SPEAK nasceu com o objetivo de promover a inclusão social de pessoas migrantes ou refugiadas que vivem na mesma cidade. “Usamos a língua como ferramenta para ligar pessoas de diferentes contextos, num ambiente informal e seguro em que, através da nossa metodologia de jogos e dinâmicas, permitimos que não só aprendam umas com as outras como também construam redes de suporte informal, façam amigos nas cidades em que estão a viver, relações essas que são fundamentais para que as pessoas se sintam em casa”, esclarece Rita Brito e Faro, CFO do SPEAK.

“Usamos a língua como ferramenta para ligar pessoas de diferentes contextos, num ambiente informal e seguro em que, através da nossa metodologia de jogos e dinâmicas, permitimos que não só aprendam umas com as outras como também construam redes de suporte informal, façam amigos nas cidades em que estão a viver, relações essas que são fundamentais para que as pessoas se sintam em casa”, esclarece Rita Brito e Faro, CFO do SPEAK.

A startup social funciona num modelo “online to offline”, o que significa que as pessoas se inscrevem na plataforma ou via app para aprenderem ou ajudarem outros a aprender a sua língua e a sua cultura para, depois, essas pessoas se juntarem em grupos. “Reúnem-se em 12 sessões de 90 minutos” em contexto pré-pandémico ou, através do Skype, acrescenta. “Neste modelo offline, temos grupos a acontecer em 23 cidades, a maior parte delas na Europa, mas também em Dhaka, no Bangladesh, e em Lagos, na Nigéria”, detalha Rita Brito e Faro.

Com um modelo de crescimento que funciona ao nível de cidade, o SPEAK trabalha para criar comunidades inclusivas, cidade a cidade. “E fazemos isto através da capacitação de indivíduos ou organizações que queiram replicar o SPEAK na sua cidade”, explica.

Com um modelo de crescimento que funciona ao nível de cidade, o SPEAK trabalha para criar comunidades inclusivas, cidade a cidade. “E fazemos isto através da capacitação de indivíduos ou organizações que queiram replicar o SPEAK na sua cidade”, explica.

O desafio

Com uma equipa de 12 pessoas - divididas pelos departamentos de operações, marketing e produto -, todos contribuem para tudo. “O SPEAK existe para criar comunidades inclusivas e, por isso, diria que a nossa própria equipa também procura ser inclusiva. A inclusão funciona a todos os níveis, não só em termos de valorização de diferentes culturas, raças, etnias, orientação sexual, mas também a nível de aceitar o erro, entreajuda, apoio e progresso social e em grupo, como equipa”.

Com uma estrutura bastante “flat” e uma cultura colaborativa marcada, há muito que o SPEAK já contava com uma política de benefícios para os colaboradores, encarada como uma “forma de compensá-los para além do financeiro”. Nesse sentido, havia dois desafios mais marcantes, que levaram a equipa a usar a Coverflex, explica a CFO da startup. “Primeiro, a prática burocrática, de gestão de despesas, reembolsos, comunicação das despesas elegíveis. Para uma equipa que é curta, em que não há um departamento financeiro, era alguma carga de trabalho. Por outro lado, queríamos aumentar o volume de benefícios que dávamos aos trabalhadores, e isso não seria possível sem uma solução como a da Coverflex, por isso ainda não tínhamos avançado”.

A solução

Com uma experiência próxima dos seis meses de utilização, a Coverflex foi para o SPEAK agente de simplificação de processos. “Já tinha visto outras soluções mas nenhuma me pareceu que aportava suficiente valor para ser um ‘go’ para nós, principalmente porque o nosso orçamento anual é sempre construído de acordo com as rubricas que poderão maximizar o impacto”, assinala Rita Brito e Faro. A empresa começou por usar a área de benefícios e descontos e, agora, está a migrar os seguros para a plataforma. O próximo passo, adianta, é aumentar o saldo de benefícios de cada colaborador. “Estando na Coverflex, já temos a ferramenta certa para começar a aumentar os benefícios e poder compensar de melhor forma os nossos colaboradores.

A empresa começou por usar a área de benefícios e descontos e, agora, está a migrar os seguros para a plataforma. O próximo passo, adianta, é aumentar o saldo de benefícios de cada colaborador. “Estando na Coverflex, já temos a ferramenta certa para começar a aumentar os benefícios e poder compensar de melhor forma os nossos colaboradores.

Do lado da empresa, uma das coisas que mais atraem é haver uma fee por colaborador, porque não desincentiva a utilização dos benefícios. Do lado do utilizador, a plataforma é bastante user friendly e intuitiva”.

Se as primeiras impressões contam na hora de gostar ou não de uma nova solução, Hugo Menino Aguiar, cofundador e CEO do SPEAK, afirma que, num primeiro momento, a Coverflex lhe pareceu logo “simples e útil”. “É uma ferramenta que veio simplificar processos que já tínhamos implementados mas que eram tratados de forma manual e que eram de difícil gestão”.

Para Marc Castells, Finance Assistant & Partnership Manager no SPEAK, o processo de reembolso dos benefícios é a feature favorita já que, antes de usar a Coverflex, “era todo feito de forma manual”.

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