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Transparência salarial: como, quando e porquê?

A Finlândia anunciou estar a preparar uma lei que permite o acesso de cidadãos aos salários dos seus colegas de trabalho sempre que suspeitem de discriminação. A transparência, também salarial, é uma tendência para reduzir desigualdades: em que ponto estamos em Portugal?
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​​Benefícios flexíveis: quais os maiores desafios?

Dimensão, diversidade e setor são algumas das características a ter em conta na hora de definir a oferta de benefícios flexíveis na sua empresa.
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“Benefits Revolution”: a revolução a que podemos chamar nossa

Se dúvidas houvesse de que vivemos uma revolução no trabalho - e na vida em geral -, materializada também na forma como as empresas remuneram os seus trabalhadores, todas elas desapareceram em mais uma conversa ReFLEXions by Coverflex. Em “Benefits Revolution: quanto vale a compensação flexível na atração e retenção de talento?”, Eduardo Andrade, João Chainho e Pedro Albuquerque partilharam experiências e conhecimento sobre o que têm visto, ao longo dos anos, no mercado tecnológico nacional e, em particular, na forma como o talento se comporta durante o recrutamento e no dia a dia das empresas. 
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Remuneração: onde começa o salário emocional?

A definição é vasta, garantem os especialistas. Salário emocional define-se pela forma como os colaboradores se sentem motivados e envolvidos com a organização e descreve muito mais do que a remuneração paga, por cada empresa, às suas pessoas, como recompensa pelo seu trabalho. Aulas de ginástica, ioga, um escritório confortável, orçamento para trabalho remoto, atividades em equipa ou encontros informais são, muitas vezes, impulsionadores de um melhor envolvimento das pessoas com as organizações, criando uma cultura de cooperação e colaboração que eleva o salário emocional a cada mês.
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Que nova employee value proposition oferecer para captar talento?

O salário deixou há muito de ser a única condição para a atração e retenção de talento nas empresas. Uma remuneração mensal é insuficiente para manter o talento motivado e envolvido e, cada vez mais, é complementado por ofertas personalizadas, adaptadas a cada pessoa e a cada fase da(s) sua(s) vida(s). 
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8 coisas que sabemos sobre o “4-day workweek”

Testada em vários países do mundo, a semana de quatro dias de trabalho tem suscitado curiosidade e até envolvimento por parte de empresas em Portugal. Entre os maiores desafios da sua implementação estão a necessidade de trabalhar cada vez mais de forma assíncrona ao mesmo tempo que se mantém uma cultura empresarial coesa e colaborativa.
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Contabilidade colaborativa: quando, porquê e como começar?

Nos últimos anos, tudo mudou nos escritórios de contabilidade: o trabalho e a burocracia, a necessidade de uma maior flexibilidade e o processamento salarial pouco prático fizeram repensar a forma como empresas e contabilistas interagem. Mas, como tornar esta dinâmica ainda mais colaborativa?
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Compensação: de básica a basilar

De importantes a fundamentais. A importância dos benefícios flexíveis nos planos de remuneração das pessoas, dentro das empresas, tem evoluído ao longo dos anos de forma crescente. Enquanto, há alguns anos, a compensação flexível era vista como complemento apenas acessível a alguns, o tempo fez com que se revelasse princípio basilar em muitas empresas. Esta transformação foi tema de conversa do primeiro webinar da Coverflex, “Compensação: back to basics”, sobre a crescente importância dos benefícios flexíveis na atração e retenção de talento. João Franqueira, Head of People da Coverflex, Marta Santos, diretora de Recursos Humanos do Grupo Arriva, e Rui Soares, Corporate Human Resources Director da DESFO Holding, conversaram sobre a gestão da área de benefícios flexíveis nas empresas e sobre as tendências cruciais em matéria de compensação no contexto atual.‍