Conversas

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Contabilidade colaborativa: quando, porquê e como começar?

Nos últimos anos, tudo mudou nos escritórios de contabilidade: o trabalho e a burocracia, a necessidade de uma maior flexibilidade e o processamento salarial pouco prático fizeram repensar a forma como empresas e contabilistas interagem. Mas, como tornar esta dinâmica ainda mais colaborativa?
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Compensação: de básica a basilar

De importantes a fundamentais. A importância dos benefícios flexíveis nos planos de remuneração das pessoas, dentro das empresas, tem evoluído ao longo dos anos de forma crescente. Enquanto, há alguns anos, a compensação flexível era vista como complemento apenas acessível a alguns, o tempo fez com que se revelasse princípio basilar em muitas empresas. Esta transformação foi tema de conversa do primeiro webinar da Coverflex, “Compensação: back to basics”, sobre a crescente importância dos benefícios flexíveis na atração e retenção de talento. João Franqueira, Head of People da Coverflex, Marta Santos, diretora de Recursos Humanos do Grupo Arriva, e Rui Soares, Corporate Human Resources Director da DESFO Holding, conversaram sobre a gestão da área de benefícios flexíveis nas empresas e sobre as tendências cruciais em matéria de compensação no contexto atual.‍
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Gestão de benefícios, um futuro cada vez mais presente

Nos últimos anos, a gestão de pessoas tem assistido a uma transformação profunda nas suas práticas e conceitos, muito acentuada depois do início da pandemia. Há 21 anos na área de recursos humanos, Nuno Simões aponta as diferenças na forma como a remuneração era vista no passado, em comparação com a atualidade. “Olhávamos para uma coisa muito direta. O vencimento-base era a forma mais fácil de pagar às pessoas, e depois a variável (prémios e alguns benefícios). (...) Benefícios distintivos eram o seguro de saúde (próprio ou para familiares), descontos em compras eram mais diretos”, assinala o Human Capital Director da PwC Portugal, Cabo Verde e Angola.
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Benefícios flexíveis: a competência digital 4.0

É a primeira vez que acontece: cinco gerações diferentes cruzam-se no mesmo mercado de trabalho. Tradicionalistas (nascidos antes de 1946), Baby Boomers (1946-1964), Geração X (1965-1976), Millennials (1977-1997) e Geração Z (nascidos a partir de 1997) reúnem-se, no momento atual, no mercado laboral e isso, além de trazer uma diversidade nunca antes registada na história, é garante de um enorme desafio: fazer com que gerações tão diferentes se sintam “em casa” num mercado que se exige cada vez mais flexível e adaptado às suas particulares necessidades.
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Compensação flexível: muito mais do que salário

Compensar os colaboradores para motivá-los e envolvê-los na organização é uma tendência que cada vez mais se alinha com a flexibilidade. Bem-vindos à era da compensação flexível.